Saturday, November 19, 2005

O meu problema é videogame

Para os milhares de seguidores HnIS até então pasmados ante o meu silêncio já há uma explicação. Foi ela proposta pela minha amiga londrina Bia Singer que, quando não está ocupada em esquivar-se das inúmeras piadas relacionando seu sobrenome à célebre marca de máquinas de costura e óleos lubrificantes (www.singer.com.br), se dedica a patrulhar o conteúdo e a freqüência de atualização dos blogs, flogs e orkuts dos outros.



O comentário tem sua dose de verdade. Numa residência em que os únicos utensílios capazes de sinalizar a presença de adultos (como caixa de ferramentas, panelas, tuppleware etc) portam o nome do Ernesto gravado em Élfico (sim, o idioma do povo mágico de "O Senhor dos Anéis"), era de se esperar que uma conexão de internet rápida e sem-fio cedo ou tarde seria transformada num instrumento de perdição... de tempo! Agora aquelas tardes de sábado que eu passava com a galerinha no escritório dos pais do Rémy jogando Starcraft em rede, comendo pizza e espremendo espinhas podem ser perpétuas e nenhum dia da semana está a salvo! Quando os últimos arranjos forem concluídos, poderemos inclusive conectar a nossa rede no servidor do nosso amigo Bruno Savioli e jogarmos todos juntos, cada um de sua casa (ele mora a duas quadras daqui mas tá fazendo muito frio...). E isso não é tudo, nosso departamento de relações internacionais já está cuidando do Projeto CEMO Global, que permitirá aos companheiros de luta lá no Brasil ajudarem em tempo real a salvar a humanidade dos temíveis alienígenas Zerg.

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